Na maioria das vezes, é o pediatra quem encaminha, mas não é necessário ter encaminhamento para procurar o cardiologista pediátrico. A avaliação também não significa que exista uma doença: muitas vezes, o objetivo é esclarecer um achado, avaliar um sintoma ou confirmar que está tudo bem.
No recém-nascido e no bebê, podem indicar avaliação do sopro, cansaço ou dificuldade durante as mamadas, respiração acelerada, coloração arroxeada dos lábios, dificuldade para ganhar peso ou alterações identificadas ainda durante a gestação.
Na primeira infância e na idade escolar, são frequentes as avaliações por sopro, palpitações, dor no peito, desmaios e também antes de cirurgias ou da prática de atividades físicas e esportivas.
Na adolescência, além desses motivos, merecem atenção os sintomas relacionados ao esforço e o histórico familiar de cardiopatias, arritmias, cardiomiopatias ou morte súbita em pessoas jovens.
Em qualquer idade, a avaliação também pode ser indicada para crianças com cardiopatias congênitas, síndromes genéticas associadas a alterações cardiovasculares ou antes e durante o uso de determinadas medicações, como em algumas crianças com TEA ou TDAH.
Em todas as fases, a história da criança e da família faz parte da avaliação, já que algumas doenças cardiovasculares podem ter componente hereditário.
Cada um desses temas tem uma página própria, com informações sobre sopro no coração, arritmias, cardiopatias congênitas, síndromes genéticas, coração no TEA e TDAH, avaliação para atividade física e esporte e síndrome genética.